Ação de Guarda, Pensão e Convivência

Advogados especializados em Direito de Família, Sucessões e Empresarial em Maringá, PR.

Quando a separação afeta os filhos: o que precisa ser definido

A separação dos pais cria questões jurídicas que precisam de resposta clara: quem fica com os filhos, como funciona a convivência com o outro genitor, quanto é a pensão e como ela é atualizada. Essas decisões têm impacto direto na vida das crianças e podem gerar conflitos que se arrastam por anos quando não são bem estruturadas desde o início. O objetivo do acompanhamento jurídico especializado nessa área não é “ganhar” a disputa. É construir um arranjo que funcione na prática, que proteja os filhos e que minimize o desgaste para todos.
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Como o Gazoli & Coelho atua em casos de guarda e pensão

Cada caso tem um contexto diferente: filhos em idades diferentes, rotinas distintas, questões de saúde, escola, distância geográfica entre os pais.

Uma solução que funciona para uma família pode não funcionar para outra.

O escritório analisa o caso com atenção a esses detalhes e orienta sobre as modalidades de guarda disponíveis, como funciona o cálculo da pensão, quais são os direitos de convivência de cada genitor e como formalizar tudo de forma que evite conflitos futuros.

Perguntas e Respostas

Perguntas frequentes sobre guarda, pensão e convivência em Maringá

Na guarda unilateral, o filho reside com um dos genitores, e o outro tem direito de visitas. Na guarda compartilhada que é a regra no Brasil desde 2014  ambos os genitores têm responsabilidade igual sobre as decisões da vida do filho, mesmo que ele resida principalmente com um deles.

O valor é calculado com base nas necessidades do filho e na capacidade financeira do genitor que paga. Não existe uma fórmula única o valor é negociado ou definido pelo juiz com base nesses dois parâmetros.

Sim. Quando há mudança significativa nas circunstâncias na renda do alimentante, nas necessidades do filho ou na rotina familiar é possível pedir a revisão judicial.

Na guarda compartilhada, não. Ambos os genitores continuam tendo igual responsabilidade sobre decisões de saúde, educação e bem-estar, independente de onde o filho reside.

O descumprimento da pensão pode resultar em desconto em folha de pagamento, bloqueio de bens e até prisão do devedor em casos de atraso recorrente.