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Você já perdeu alguém importante. Não perca também o patrimônio da sua família.

Inventário judicial e extrajudicial conduzido por quem atua há anos protegendo famílias e patrimônio. Cuidamos de todo o processo para que você tenha segurança jurídica, previsibilidade e tranquilidade.

Depois da despedida, começa uma parte difícil que ninguém prepara você para enfrentar.

Você cuidou de tudo que precisava no primeiro momento.

Avisou familiares. Resolveu documentos urgentes. Tentou seguir em frente.

Mas existe uma etapa que quase ninguém explica.

O patrimônio. Os bens. As contas. O inventário.

E, junto com tudo isso, chegam as dúvidas: Por onde começar? Quanto vai custar? Quanto tempo demora? E se surgir conflito entre os herdeiros?

Enquanto a família tenta lidar com a ausência de quem partiu, decisões importantes ficam travadas. Imóveis não podem ser transferidos. Patrimônio permanece irregular. Documentos se acumulam. Conflitos podem crescer.

O problema não é apenas jurídico. É emocional. É financeiro.

E quando não tratado da forma certa, pode se transformar em um problema ainda maior para toda a família.

Se alguma dessas situações parece familiar, é hora de resolver isso da forma certa.

Se você se identificou com qualquer uma dessas situações, saiba uma coisa: você não precisa enfrentar isso sozinho.

Adiar o inventário não mantém as coisas como estão. Com o tempo, a situação pode ficar mais difícil.

É comum pensar:
“Vou resolver isso quando tiver mais tempo”, “Depois eu vejo isso”, “Agora não é o momento.”
Mas o inventário não fica parado esperando. Quando ele é adiado, os impactos começam a aparecer.

Patrimônio travado

Os bens continuam presos a uma situação que ainda não foi regularizada

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Conflitos familiares

O que hoje é uma conversa difícil pode se tornar um desgaste maior

Com o passar do tempo, divergências entre herdeiros podem aumentar. A falta de definição sobre bens, responsabilidades e próximos passos pode gerar atrasos, discussões e complicações familiares.

Custos e burocracias

Quanto mais tempo passa, mais complexo o processo pode se tornar

Documentos vencem, pendências se acumulam e novas situações familiares podem surgir. Dependendo do caso, a regularização pode exigir mais tempo, mais etapas e um custo maior no futuro.
Isso é proteger patrimônio, preservar relações familiares e dar segurança para quem ficou.

O que muda quando a Gazoli & Coelho conduz o inventário da sua família?

Clareza desde o primeiro atendimento

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Acompanhamento completo do início ao fim

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Comunicação clara e sem juridiquês

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Segurança jurídica para tomar as decisões certas

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Atendimento flexível e humanizado

Imóveis permanecem no nome de quem faleceu, transferências não podem ser feitas e vendas, financiamentos ou regularizações ficam pendentes. Na prática, decisões importantes da família acabam ficando paralisadas.

Sua família já está enfrentando um momento difícil. O inventário não precisa ser mais um peso. Com orientação certa, clareza e acompanhamento próximo, existe um caminho seguro para resolver.

Três etapas. Um caminho claro. Sem surpresa no meio do processo.

Etapa 1 — Diagnóstico

Você agenda uma conversa com um dos nossos advogados. Entendemos a situação da família, os bens envolvidos, os herdeiros e as particularidades do caso. Já nesse primeiro atendimento, você recebe orientação sobre os próximos passos, os documentos necessários e o melhor caminho jurídico para a sua realidade.

Etapa 2 — Plano de ação e organização do processo

Após a análise inicial, apresentamos de forma clara como o inventário será conduzido. Você recebe informações sobre cronograma estimado, honorários, custos envolvidos e estrutura do trabalho. Tudo explicado com transparência e definido antes de qualquer contratação. Sem surpresa. Sem insegurança.

Etapa 3 — Execução e acompanhamento completo

Com o processo iniciado, conduzimos todas as etapas necessárias até a regularização do patrimônio. Documentação. Cartório ou processo judicial. Inventariante. Partilha. Acompanhamento contínuo. Você recebe orientação e atualização durante todo o caminho.

Inventário Extrajudicial ou Judicial?

Nem todo inventário segue o mesmo procedimento. Em alguns casos, o processo pode ser realizado diretamente em cartório. Em outros, é necessário o acompanhamento perante o Poder Judiciário.
A definição depende de fatores como:

No diagnóstico inicial, identificamos o caminho mais adequado para a realidade da sua família. Você não precisa descobrir tudo sozinho. Existe um caminho organizado, seguro e conduzido por quem faz isso todos os dias.

Mais do que conduzir processos.
Ajudamos famílias a atravessar momentos difíceis com segurança e clareza.

A Gazoli & Coelho Advocacia é um escritório especializado em Direito de Família, Sucessões, Planejamento Patrimonial e Direito Empresarial, com forte atuação na condução de inventários, sucessões e proteção patrimonial.

Fundado pelos sócios Gelson Coelho Neto e Alana Gazoli, o escritório reúne experiência prática, atuação técnica qualificada e uma condução estratégica voltada à proteção do patrimônio, à resolução de conflitos e à segurança jurídica de seus clientes, especialmente em momentos sensíveis como o falecimento de um familiar.

Sabemos que, por trás de cada inventário, existem mais do que documentos, bens e obrigações legais: há uma família vivendo um momento delicado. Por isso, unimos profundidade técnica, estratégia jurídica e atendimento próximo para conduzir cada caso com clareza, organização e responsabilidade, orientando decisões e oferecendo segurança em cada etapa do procedimento.

Com perfil analítico e atuação estratégica, o Dr. Gelson Coelho Neto conduz demandas familiares, patrimoniais, sucessórias, de inventário e empresariais com foco em planejamento, estruturação jurídica e soluções eficazes para conflitos complexos, sempre com visão preventiva.

A Dra. Alana Gazoli destaca-se pela condução técnica e humanizada das demandas empresariais, patrimoniais, sucessórias e de inventário, aliando sensibilidade, firmeza e atenção aos detalhes em questões que exigem equilíbrio entre segurança jurídica e cuidado com o momento vivido pela família.

Nosso compromisso é auxiliar cada cliente de forma individualizada, próxima e transparente, construindo soluções jurídicas sólidas, protegendo patrimônios e proporcionando tranquilidade e segurança em decisões que impactam famílias, empresas e futuras gerações, especialmente no processo de inventário e na organização da sucessão familiar.

O que nossos clientes dizem

Perguntas que toda família faz antes de começar

Inventário é o procedimento utilizado para identificar, organizar, avaliar e realizar a transferência dos bens, direitos e eventuais dívidas deixados por uma pessoa após o seu falecimento.

É por meio do inventário que imóveis, veículos, contas bancárias, investimentos, participações em empresas e demais patrimônios podem ser regularizados e transferidos legalmente aos herdeiros.

O inventário normalmente precisa ser realizado quando a pessoa falecida deixa bens, direitos ou obrigações que precisam ser formalmente organizados e transmitidos aos sucessores.

Além de ser uma obrigação legal em diversas situações, o inventário também é uma ferramenta importante para evitar problemas futuros, proteger o patrimônio da família e permitir a regularização adequada dos bens.

Cada família possui uma realidade diferente. 

Por isso, uma análise inicial ajuda a identificar o caminho mais adequado para cada caso.

Depende da situação da família e das características do caso.

O inventário pode ser realizado de duas formas: judicial (via processo, na Justiça) ou extrajudicial (diretamente no cartório).

O inventário extrajudicial costuma ser mais rápido e muito menos burocrático, sendo possível quando estão presentes os requisitos legais aplicáveis ao caso, como consenso entre todos os envolvidos e cumprimento das exigências legais.

Já o inventário judicial é necessário em situações específicas, como quando existem conflitos entre herdeiros, menores envolvidos ou outras circunstâncias que exigem acompanhamento perante o Poder Judiciário.

Antes de iniciar o procedimento, é importante analisar o caso para identificar qual caminho é mais adequado, seguro e eficiente para a regularização do patrimônio. 

Os custos de um inventário podem variar conforme a complexidade do caso, o patrimônio envolvido, a quantidade de herdeiros e o tipo de procedimento adotado — judicial ou extrajudicial.

De forma geral, os principais custos envolvidos são:

ITCMD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) — imposto estadual calculado sobre o valor dos bens transmitidos aos herdeiros;

Honorários advocatícios — variam conforme as características do caso e a estrutura necessária para condução do processo;

Custas judiciais ou cartorárias — dependendo se o inventário será realizado perante a Justiça ou diretamente em cartório;

Despesas com documentação e regularizações — certidões, avaliações, atualizações de matrícula, entre outras providências que podem ser necessárias.

 

Cada inventário possui particularidades próprias, e profissionais qualificados podem facilitar a busca pela documentação e, ainda, evitar despesas desnecessárias. 

O prazo varia conforme o caminho definido para o seu caso — se há consenso entre os herdeiros, quantos bens estão envolvidos e a complexidade da situação familiar. Processos mais simples podem ser concluídos em poucos meses. Casos com maior complexidade ou conflito entre herdeiros levam mais tempo. No diagnóstico inicial, já damos uma estimativa realista para a sua situação.

O extrajudicial é feito em cartório — mais rápido e menos custoso. É possível quando todos os herdeiros são maiores, capazes e estão de acordo com a partilha. O judicial é conduzido pela Justiça — necessário quando há herdeiros menores, incapazes, desaparecidos ou quando não há consenso entre as partes. No seu primeiro atendimento identificamos qual é o caminho certo para a sua família.

Não. Enquanto o inventário não é concluído e os bens não são transferidos para o nome dos herdeiros, nenhum imóvel pode ser vendido, financiado ou transferido. Qualquer negociação feita antes da conclusão do processo é juridicamente inválida e pode gerar problemas sérios para todas as partes envolvidas.

Sim. Não há prazo máximo para iniciar o inventário. Porém, existe incidência de multa sobre o ITCMD após 60 dias do falecimento — e quanto mais tempo passa, maior a chance de acúmulo de documentação desatualizada e de conflitos entre herdeiros. Regularizar o quanto antes reduz o custo total e evita complicações.

Se houver um herdeiro que se recuse a participar ou não chegue a acordo com os demais, o inventário extrajudicial (cartório) não é possível. Nesses casos, o caminho é o inventário judicial, conduzido pela Justiça, onde o juiz media o processo e garante os direitos de todos os herdeiros — inclusive de quem está em conflito. A Gazoli & Coelho atua nos dois cenários.

As dívidas do falecido fazem parte do espólio e precisam ser consideradas no inventário. Em geral, as dívidas são quitadas com o patrimônio deixado antes de a herança ser distribuída entre os herdeiros. Os herdeiros não respondem pelas dívidas com seu patrimônio próprio — apenas com os bens recebidos na herança. No diagnóstico inicial, avaliamos a situação completa do espólio.

Sim. A Gazoli & Coelho atende clientes de qualquer cidade de forma completamente remota — por videochamada, e-mail e WhatsApp. O processo pode ser conduzido inteiramente à distância, sem que você precise se deslocar a Maringá.

Não. No diagnóstico inicial, identificamos o que está disponível e orientamos exatamente sobre como reunir o que falta. Você pode chegar à primeira conversa sem nenhum documento em mãos.

Os bens permanecem no nome do falecido indefinidamente — sem possibilidade de venda, financiamento, aluguel formal ou transferência para qualquer herdeiro. Com o tempo, a situação se complica: documentos vencem, herdeiros falecem criando novos inventários encadeados, conflitos se aprofundam e o custo para regularizar aumenta. Não existe neutralidade em não agir.

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